quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Novas moléculas podem evitar morte neural

"Investigadores identificaram moléculas capazes de reverter a doença de Parkinson, segundo um estudo que envolve o português Tiago Outeiro, na altura a trabalhar no Instituto de Whitehead de Investigação Médica, em Cambridge.
Num artigo publicado na Disease Models & Mechanisms são ainda avançadas novas pistas para a origem das anomalias no cérebro que levam à doença. O cientista português, agora no Instituto de Imunologia Molecular da Universidade de Lisboa, explicou que o trabalho identificou um "novo conjunto de moléculas que se mostraram eficazes nos estudos laboratoriais desenvolvidos em modelos da doença de Parkinson". "São moléculas novas que nunca haviam sido testadas para esta patologia e que foram capazes de evitar a morte neural que é característica da doença", explica. Para o investigador, está aberta uma "nova porta, uma nova esperança", por poderem ser desenvolvidas estas novas moléculas para serem testadas nos doentes. "No entanto, como acontece com todas as descobertas, terão de ser efectuados testes rigorosos para garantirem a eficácia e segurança. Não é possível colocar prazos nestas descobertas, apenas assegurar que foi dado mais um passo importante, e que temos de ter esperança de que chegaremos a bom porto", sublinha. Outeiro lembrou que só em Portugal estima-se que existam 20 mil doentes de Parkinson e, em todo o mundo, "há milhões de pessoas afectadas, e que poderão beneficiar destes avanços".O novo estudo sugere que são produzidos depósitos que fazem parte de um processo fisiológico normal para expulsar as proteínas indesejadas. Mas quando "sobrecarregados", os depósitos podem causar anomalias celulares que levam ao Parkinson e, em caso extremo, à morte dos neurónios. Isto pode explicar a razão de a doença surgir numa fase tardia da vida, numa altura em que o metabolismo se torna menos eficaz. O efeito é ainda mais explícito nos neurónios, que são das poucas células que o corpo é incapaz de substituir quando se tornam velhas ou menos capazes."
Fontes: aqui e aqui...

Os alunos do 10ºA: Helga Leal; Rodrigo Pinheiro; Sara Soares; Sebastião Bergmann.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Um Novo Sistema Solar foi Descoberto

Muitas perguntas giram em torno de uma única e complexa questão: “Estamos nós sozinhos no Universo?”. Muitos estudiosos acreditam que a negação é a resposta à pergunta, outros dizem que sim, que existe outro tipo de vida no Universo e há também aqueles que permanecem em silêncio não expondo suas opiniões ao público. Na nossa opinião esta pergunta vai continuar sem resposta durante muitos e muitos anos…

Embora estas perguntas sejam feitas por muitos, outros perguntam-se sobre outras coisas: “Existirá outro sistema solar?”. A resposta a esta pergunta é sim! Muitos foram descobertos e outros continuam por descobrir. Na última investigação sobre este assunto, os portugueses Alexandre Correia, da Universidade de Aveiro, e Nuno Santos, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, descobriram um novo sistema solar, que até hoje é o mais parecido com o nosso. Este sistema solar é composto por sete planetas em órbita, em que, um deles é rochoso e pouco maior do que a Terra e está a 127 anos-luz de distância.

"A maior importância da descoberta é que encontrámos um sistema solar muito idêntico ao nosso, com quase tantos planetas. Até aqui o máximo que se conhecia era sistemas com cinco planetas, o nosso tem oito e nós agora conseguimos descobrir um com sete", disse à agência Lusa um dos membros da equipa de astrónomos, Alexandre Correia, da Universidade de Aveiro.

O astrónomo acrescentou que este novo sistema solar "não só tem sete planetas como são planetas muito parecidos com aqueles que existem no nosso".

"O planeta mais pequenino que existe neste novo sistema é quase do tamanho da Terra. É ligeiramente maior do que a Terra mas tem cerca de 1,4 vezes o tamanho da Terra", revelou.

Com esta descoberta, Alexandre Correia acredita que está a caminhar-se "a passos largos para encontrar sistemas iguais ao nosso".

Da equipa que apresentou, durante uma conferência no Observatoire de Haute-Provence, em França, as conclusões de seis anos de observações, faz também parte Nuno Cardoso Santos, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto.”

Fonte....

Com isto agradecemos o empenho dos cientistas em questão e esperamos que continuem com o grande trabalho que até agora têm vindo a desempenhar. Este assunto não só nos chama a atenção como também nos deixa fascinados. Esperamos também que um dia possamos vir a descobrir a resposta à pergunta anteriormente exposta: “Estamos nós sozinhos no Universo?”…

Os alunos do 10º A: Afonso Ventura; António Figueiredo; Hugo Freire; Pedro Marreiros.