terça-feira, 23 de maio de 2017

Entre as 1730 novas espécies de plantas de 2016 há alimentos e curas


A segunda edição do relatório anual produzido pelos Jardins Botânicos Reais de Kew sobre o Estado das Plantas do Mundo que envolveu 128 cientistas de 12 países diferentes.


segunda-feira, 22 de maio de 2017

Bactérias dos intestinos podem melhorar eficácia de fármacos contra o cancro

Estudo de cientistas portugueses publicado na revista Cell revela como as bactérias dos intestinos podem alterar as características químicas de um fármaco usado contra o cancro colorrectal, conseguindo que o tratamento seja mais eficaz.
Bactéria comensal Escherichia coli (E. coli) que existe nos intestinos

E se algumas das bactérias que vivem nos nossos intestinos não só não nos fizessem mal nenhum (como, aliás, é o caso da maioria que lá se encontra), mas ainda nos ajudassem a melhorar a eficácia de um tratamento para o cancro? Uma equipa de cientistas liderada por investigadores portugueses na University College de Londres publicou um artigo na revista Cell que mostra como as bactérias nos intestinos podem interagir com um fármaco usado no cancro colorrectal e melhorar a eficácia do tratamento.

Portugueses descobrem vírus que substituem antibióticos no combate a bactérias

21 Mar 2016 15:13 // Nuno Noronha // Notícias
Uma equipa de investigadores conseguiu eliminar bactérias com recurso à terapia fágica. Inócua para os seres humanos e muito mais barata de aplicar do que os antibacterianos, a terapia utiliza a ação de vírus específicos que destroem apenas as bactérias.

A bactéria chama-se Enterobacter cloacae e, até agora, era apenas controlada através do uso de antibióticos. Mas a receita médica pode vir a mudar.

Na Universidade de Aveiro (UA) uma equipa de investigadores conseguiu eliminar estas bactérias com recurso à terapia fágica. Inócua para os seres humanos e muito mais barata de aplicar do que os antibacterianos, a terapia utiliza a ação de vírus específicos que destroem apenas as bactérias.

O trabalho abre as portas a um futuro onde as bactérias nefastas para a saúde humana, muitas das quais resistentes a antibióticos, possam ser eliminadas de forma rápida, eficaz e sem efeitos secundários.

"A nossa investigação prova que o Enterobacter cloacae, uma das bactérias mais frequentemente implicadas nas infeções urinárias, pode ser inativada pelos fagos [vírus que destroem somente as bactérias e que são inofensivos para a saúde humana]", explica Adelaide Almeida, investigadora do Laboratório de Microbiologia Aplicada e Ambiental da academia de Aveiro e do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da UA e coordenadora do trabalho publicado no último número da revista Virus Research.

Pelos mesmos mecanismos estudados na UA, com os quais os fagos infetam o Enterobacter cloacae e usam o seu metabolismo para se replicarem até o inativar, também outras bactérias similares, resistentes ou não a antibióticos, causadoras tanto de infeções urinárias como de outro tipo, poderão ser eliminadas através desses vírus isolados especificamente para o efeito.

No futuro, o paciente poderá receber o tratamento fágico por administração epidérmica ou via oral.

"Esta tecnologia, que inativa tanto bactérias resistentes a antibióticos como bactérias não resistentes, pode ser uma alternativa aos antibióticos, nomeadamente quando as bactérias que causam a infeção são resistentes aos antibióticos", aponta a investigadora. E caso as bactérias desenvolvam resistência aos fagos, garante, "é fácil isolar novos fagos no ambiente". Por outro lado, "as bactérias que desenvolvam essa resistência crescem mais lentamente e não são tão patogénicas como as não resistentes".

A elevada eficiência na inativação bacteriana através do recurso a fagos, associada à sua segurança e aos longos períodos de sobrevivência destes vírus, mesmo em amostras de urina utilizadas pelos investigadores, aponta Adelaide Almeida, "abre caminho para estudos mais aprofundados, especialmente in vivo, para controlar infeções do trato urinário e evitar o desenvolvimento de resistências por estirpes de Enterobacter cloacae a nível hospitalar".



segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Prepare-se: vem aí uma super-Lua como não se via há 68 anos

Teresa Serafim

O nosso satélite natural vai aproximar-se bastante da Terra, na fase de Lua Cheia.
 
Na próxima segunda-feira, 14 de Novembro, o céu vai estar preenchido por uma super-Lua como já não acontecia há 68 anos. A Lua estará então mais perto da Terra e, por isso, vai parecer-nos maior do que o costume. Em Portugal, o fenómeno acontecerá em plena luz do dia, mas ainda assim, caso a meteorologia o permita, valerá a pena olhar para o céu.

O que é uma super-Lua? É um fenómeno que ocorre quando o nosso satélite natural está em fase de Lua Cheia e se encontra a pelo menos a 90% do seu ponto mais próximo da Terra. Em Lisboa, serão 11h22 quando a Lua atingirá o perigeu – o ponto da sua órbita mais perto da Terra. É que a órbita da Lua (tal como a dos planetas) é elíptica, em vez de circular, e não é sempre igual.





















A 16 de Outubro já houve a primeira super-Lua deste ano. Mas não faz mal se não se apercebeu disso. É que a super-Lua de 14 de Novembro é a mais “favorável” deste ano para observação, sublinha o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL). Ou seja, é a que este ano estará mais perto de nós.
Lua Cheia no apogeu a 3 Fevereiro 2015 (esquerda) e no perigeu a 9 de Agosto de 2014 Robert J. Vanderbei
Nessa altura, o satélite estará a 356.509 quilómetros da Terra. Com esta aproximação parecerá 14% mais larga e 30% mais brilhante do que o habitual. Mas “nem todas as super-Luas têm o mesmo tamanho aparente e brilho”, uma vez que isso depende da distância do perigeu, lembra o OAL.
 
Cerca de duas horas e meia depois de atingido o perigeu nesta segunda-feira, mais exactamente às 13h52 (de Lisboa), o satélite natural da Terra estará mesmo em fase de Lua Cheia. Nos momentos exactos em que estes dois fenómenos acontecem (a chegada ao perigeu e a entrada na fase de Lua Cheia), o satélite ainda estará abaixo do horizonte em Portugal.
 
Mas esta é também uma super-Lua “extrema”, como explica o OAL. Isto porque não há um grande desfasamento temporal entre a passagem no perigeu e a entrada em fase de Lua Cheia.
 
Por isso, esta Lua será digna de se ver nessa noite. Nascerá às 17h50, em Lisboa. “Nesta altura, parecerá maior, não apenas pela ocorrência da super-Lua, mas porque, estando mais próxima do horizonte, vê-se mais ampliada”, lê-se ainda no site do OAL, explicando que "essa será a melhor ocasião” do dia para se observar. Ressalva-se, no entanto, que esse aumento do tamanho da Lua é uma “ilusão de óptica”.
 
Também no dia seguinte (15 de Novembro), a Lua, que nascerá às 18h40 (de Lisboa), estará sob um efeito de ilusão óptica. Ainda nos vai parecer grande. E a 14 de Dezembro, ocorrerá outra super-Lua, a terceira a última deste ano – embora com o perigeu mais distante da Terra (a 358.461 quilómetros) do que a 14 de Novembro.
 
A última vez que a órbita da Lua esteve tão perto do nosso planeta, como acontecerá já na segunda-feira, foi há 68 anos. Em 1948, a distância foi então de 356.461 quilómetros, tendo estado até um pouco mais próxima (cerca de 48 quilómetros) do que vai estar agora.
 
Para quem não guardar um momento do dia para observar o céu durante esta aproximação, só poderá fazê-lo daqui a 18 anos, mais exactamente a 25 de Novembro de 2034 (a Lua estará então a 356.445 quilómetros da Terra).
 
No Planetário do Porto – Centro Ciência Viva, por exemplo, haverá uma sessão pública de observação da Lua com telescópios, entre as 19h e as 21h de segunda-feira. Para ajudar a compreender este fenómeno, haverá modelos à escala da Terra e da Lua e também se irá recorrer ao sistema de projecção digital fulldome (projecção na cúpula do planetário, criando o efeito de ambiente imersivo).
 
As super-Luas não são um fenómeno inédito, uma vez que acontecem, em média, quatro a seis vezes por ano, explica, em comunicado, o Centro de Astrofísica Smithsonian da Universidade de Harvard, nos EUA. Desde 2014, já houve seis super-Luas. No próximo ano, haverá uma apenas, a 3 de Dezembro, refere o documento Super-Luas desde 2014 a 2050, do OAL.
 
Mas além das super-Luas, também existe o fenómeno “oposto” – as micro-Luas. Neste caso, a Lua Cheia ocorre quando o nosso satélite natural está no seu ponto mais afastado da Terra, o apogeu. “Pode ser interessante saber que a Lua Cheia distante também é por vezes referida como micro-Lua”, nota o Centro de Astrofísica Smithsonian.

Chovem estrelas

Embora o céu de Novembro possa estar nublado, haverá várias chuvas de meteoros, as vulgares chuvas de estrelas. As órionidas (de actividade moderada) ocorrerão de 14 de Novembro a 6 de Dezembro, com maior intensidade prevista para 28 de Novembro. Surgem na constelação de Órion, daí o seu nome.
 
Também são de destacar as leónidas, que acontecem quando a Terra se cruza a órbita do cometa Tempel-Tuttle e os restos que ele lá deixou provocam esta chuva de meteoros, de 14 a 20 de Novembro, com origem na constelação do Leão. A intensidade máxima será a 17 de Novembro.
 
Como não há duas sem três, ainda poderão observar-se as táuridas, com origem na constelação do Touro. Divididas em norte e sul, podem ser contempladas por períodos distintos. As táuridas do Sul podem ser vistas de 10 de Setembro a 20 de Novembro; enquanto as táuridas do Norte podem ser observadas de 20 de Outubro a 20 de Novembro, com o pico a 14 de Novembro – o mesmo dia, note-se, da super-Lua mais “favorável” deste ano.
 
Para todas estas noites de Novembro e Dezembro, o OAL aconselha quem quiser ver a beleza dos astros a “evitar a poluição luminosa das grandes cidades e procurar um horizonte desimpedido”. Caso o tempo assim o deixe.

mySugr – A app que o vai ajudar a controlar a diabetes

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mySugr

A mySugr é uma aplicação gratuita, disponível para Android e iOS, criada para pessoas com diabetes por diabéticos, dando a estes a possibilidade de elaborar um diário da doença, facilitando a rotina de um doente.

Através desta aplicação, o utilizador poderá fazer uma monitorização de vários indicadores, como a glicemia, as tomas de insulina, medicamentos, os alimentos consumidos, o próprio peso, entre outros, de forma a poderem controlar a doença.


 
Todos estes dados poderão, posteriormente, ser analisados através de representações gráfica e exportadas para CSV. Existe uma versão Pro que irá, obviamente, oferecer mais funcionalidades aos utilizadores, que poderá compensar, mediante as suas necessidades.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Aurica: o novo supercontinente nascerá dentro de 300 milhões de anos


Cientistas em Portugal e na Austrália defendem, como cenário provável, a formação de um novo supercontinente, a que deram o nome Aurica, dentro de 300 milhões de anos, em resultado do fecho simultâneo dos oceanos Atlântico e Pacífico.
 
O cenário, traçado com base em modelos computacionais, cálculos matemáticos, evidências e na história geológica da Terra, é sustentado pelos geólogos João Duarte e Filipe Rosas, do Instituto Dom Luiz e do Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Wouter Schellart, da Universidade de Monash, na Austrália.
 
Os resultados do estudo foram publicados na edição digital da revista Geological Magazine.
 
Ciclicamente, ao longo da história da Terra, a cada 500 milhões de anos, os oceanos fecham-se e os continentes juntam-se, formando um supercontinente.
 
Há 200 milhões de anos, quando os dinossauros habitavam a Terra, todos os continentes estavam reunidos num supercontinente, a Pangeia, em que a América do Sul estava ligada à África.
 
No novo supercontinente, apresentado pelos três investigadores, o núcleo é formado pela Austrália e pela América, que estão ligadas, daí o nome Aurica atribuído ('Au' de Austrália e 'rica' de América).
 
A hipótese da formação de um supercontinente, a partir do fecho simultâneo dos oceanos Atlântico e Pacífico, baseia-se na "evidência de que novas zonas de subducção se estão a propagar no Atlântico", refere a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, em comunicado.
 
As zonas de subducção (locais onde uma placa tectónica mergulha sob a outra) são requisitos para os oceanos fecharem.
 
"Para fechar os oceanos, é necessário que as margens dos continentes se transformem em margens ativas, se formem novas zonas de subducção", esclareceu à Lusa o geólogo João Duarte.
 
O Pacífico, explicou, "está rodeado de zonas de subducção", nomeadamente próximo do Japão, do Alasca (EUA) e da região dos Andes (América do Sul).
 
As zonas de subducção "propagam-se de um oceano para o outro, do Pacífico para o Atlântico", sublinhou.
 
No Atlântico, já existem duas zonas de subducção totalmente desenvolvidas: o Arco da Escócia e o Arco das Pequenas Antilhas.
 
Uma nova zona de subducção poderá estar a formar-se ao largo da margem sudoeste ibérica, que apanha território português.
 
Segundo João Duarte, a chamada Falha de Marquês de Pombal, localizada ao largo do Cabo de São Vicente, no Algarve, e apontada como "uma das possíveis fontes do sismo de 1755", em Lisboa, está "a marcar o início dessa nova zona de subducção".
 
Hipóteses anteriores, de outros cientistas, sugerem a formação de um novo supercontinente a partir do fecho de um dos oceanos, do Atlântico ou do Pacífico.
 
O geólogo português, e investigador-principal no estudo, lembra que, no passado, dois oceanos tiveram de se fechar para dar origem a um supercontinente.
 
João Duarte advogou que manter o Pacífico ou o Atlântico aberto significa que um dos dois oceanos vai perdurar para lá da sua 'esperança de vida', cifrada em 200 a 300 milhões de anos.
 
"Isso é contraditório com a história, a geologia da Terra. Os oceanos não vivem mais do que 200 ou 300 milhões de anos", frisou.
 
O investigador acrescentou outro dado para sustentar a sua tese: a da fracturação da Euroásia (Europa e Ásia).
 
De acordo com João Duarte, o Oceano Índico "está a abrir" na Euroásia e existem novos riftes (fissuras da superfície terrestre causadas pelo afastamento e consequente abatimento de partes da crosta) que "estão a propagar-se para norte".
 
A cadeia montanhosa dos Himalaias, a Índia e o interior da Euroásia correspondem a "uma zona de rutura, onde as placas tectónicas vão partir-se num futuro", permitindo "partir ao meio" a Euroásia, cenário possível dentro de 20 milhões de anos, admitiu.
 
Para o cientista, a fratura da Euroásia irá possibilitar o fecho dos oceanos Atlântico e Pacífico.
 
João Duarte e restante equipa propõem-se, agora, testar "até à exaustão", com modelos computacionais mais avançados, o cenário "muito provável" que avançaram, o de um novo supercontinente chamado Aurica.

domingo, 16 de outubro de 2016

Isolamento de idosos pode levar à desnutrição, desidratação e obesidade

16 out 2016 · 13:19
Investigadores da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP) acreditam que o isolamento dos idosos leva ao sedentarismo e à baixa mobilidade, fatores que podem provocar desnutrição, desidratação, excesso de peso e obesidade.
 
Neste que é o Dia Mundial da Alimentação, o investigador da FCNAUP Nuno Borges disse à Lusa que, embora sejam necessários mais estudos para comprovar os efeitos do isolamento nesta população, os dados indicam que há risco de insuficiência e deficiência de vitamina D, o que acontece em cerca de nove em cada dez idosos.
 
Nuno Borges é um dos responsáveis pelo NutritionUP 65, um projeto desenvolvido na FCNAUP e coordenado pela professora Teresa Amaral, que visa determinar o estado nutricional dos portugueses com mais de 65 anos, numa amostra representativa de 1500 pessoas idosas, de acordo com o intervalo de idades, o género, o nível de ensino e a área regional do país.
 
Segundo os dados recolhidos no estudo, cerca de 44% dos idosos apresentam excesso de peso e 39% têm obesidade, situações que derivam de problemas no balanço energético, despoletados por um hábito de "comer mal e a mais e praticar atividade física a menos".
 
Esta condição está relacionada com a sarcopenia (perda de massa, força e função musculares em consequência do envelhecimento), "que compromete todas as atividades do dia-a-dia dos idosos", como andar, subir e descer escadas, ir às compras e cozinhar, indicou o investigador.
 
Os dados relativos à desnutrição, outro dos fatores estudados no NutritionUP 65, indicam que 15% dos idosos estão em situação de risco, o que, para Nuno Borges, "é espantoso visto que quase 90% de idosos têm excesso de peso ou obesidade".
 
Para além da questão do isolamento, a desnutrição pode ser causada pelo acesso limitado aos alimentos, à incapacidade de preparar as refeições, por problemas económicos e por uma locomoção reduzida.
 
As doenças crónicas também influenciam esse fator, sendo que "quanto mais velha for a pessoa, mais patologias pode ir acumulando, o que aumenta a probabilidade de terem problemas a nível alimentar, agravando o risco de desnutrição", acrescentou o investigador.
 
Quanto à hidratação, mais de um terço dos idosos estão desidratados. "Há a ideia que o mecanismo que nos defende da desidratação - a sede - perde progressivamente eficácia com a idade e, por outro lado, não se verifica muito, nesta faixa etária e em Portugal, o hábito de se beber água", o que pode levar à obstipação e problemas renais, explicou o docente.
 
O consumo excessivo de sal, que se verifica em mais de 85% dos idosos, pode estar ligado à hipertensão arterial e aos acidentes vasculares celebrais (AVC).
 
Para Nuno Borges, "todos estes indicadores agravam-se com o isolamento", o que, "a confirmar-se com mais estudos", configura uma ideia dos idosos em Portugal, "que estão nas suas casas ou apenas em centros de dia, com níveis excessivamente baixos de atividade física e altos de uma alimentação desadequada".
 
"Há um grande trabalho que deve ser feito ao nível das medidas governamentais, além das alimentares, no sentido de proporcionar aos nossos idosos condições e estímulos para que se mexam mais, venham mais para à rua e se exponham mais à luz", tornando-se em "elementos ativos na sociedade", concluiu.
 
O NutritionUP 65 conta com a participação da FCNAUP, do Departamento para a Pesquisa do Cancro e Medicina Molecular da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia e da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, EPE, e foi financiado pelo EEAGrants - Programa Iniciativas de Saúde Pública - em 519 mil euros.