terça-feira, 26 de julho de 2016

Este organismo pode ajudar a revelar a origem da vida


LUCA é o antepassado de tudo o que tem vida na Terra e a sua descoberta pode ajudar a responder aos maiores mistérios da biologia.

É o organismo unicelular que deu origem a tudo o que está vivo na Terra: o LUCA, que significa Last Universal Common Ancestor (Último Ancestral Comum Universal, em português) surgiu há cerca de quatro mil milhões de anos, quando o planeta tinha apenas 560 milhões de anos. Agora os cientistas pintam um retrato que pode ajudar a desvendar o mais famoso e controverso mistério entre cientistas: a origem da vida.
 
Os cientistas acreditam que o LUCA é um antepassado comum das bactérias e archaeas. O estudoda Universidade Heinrich Heine de Düsseldorf, na Alemanha, chegou a 355 genes que "estavam provavelmente presentes no genoma de LUCA".
 
O biólogo acredita que o LUCA está muito próximo da origem da vida, pois, segundo o New York Times, este organismo não tem muitos dos genes necessários para viver. O especialista explicou que estes organismos estavam apenas "meio-vivos".
 
O LUCA, de acordo com o estudo publicado esta segunda-feira, surgiu num ambiente muito específico: nas fissuras do mar profundo, em zonas onde é expelido o ar gasoso, quente e cheio de metais, na mistura do magma com a água do mar.
 
Esta descoberta vem acrescentar mais um ponto ao longo debate entre os cientistas que acreditam que a vida surgiu em ambientes extremos e os que defendem que a vida começou em águas paradas, como lagoas quentes.
 
Alguns cientistas não concordam com a teoria de Wlliam Martin e afirmam que, apesar de o LUCA ser um organismo sofisticado e realmente o mais antigo encontrado até ao momento, ele surgiu muito tempo depois do início da vida.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Calvície na mulher: perder uma parte do “eu”

Clínica Saúde Viável // Bem-estar

Sobretudo associada ao sexo masculino, a calvície também afeta as mulheres e pode ter um efeito psicológico muito mais devastador nestas. De acordo com a American Hair Loss Association, nos Estados Unidos as mulheres representam já cerca de 40% dos casos de perda de cabelo significativa.
 
 
 
 
Baixa auto-estima, depressão, afastamento das relações sociais, isolamento. O impacto da calvície no feminino vai muito para além da mudança fisionómica.

Fátima Garcês, médica especialista na Técnica FUE de transplante capilar e pioneira na introdução deste método em Portugal, recebe com frequência pedidos de ajuda de mulheres que apresentam sinais de alopecia ou mesmo graus avançados de calvície; e não tem dúvidas em afirmar que as mulheres ficam, emocionalmente, muito mais devastadas do que os homens, nestes casos. «A calvície masculina é bem aceite socialmente, o que não acontece com a calvície feminina. Por isso, para as mulheres é muito mais difícil lidar com o problema», explica.
O cabelo é um dos elementos-chave da feminilidade, pelo que a sua perda deixa marcas profundas. Não é apenas o aceitar de uma nova autoimagem que está em causa, é o desafio de assegurar a identidade feminina, apesar da inevitável fragilização perante o desaparecimento de uma das suas “armas” mais poderosas.
A nível psicológico, as consequências são por isso profundas, exigindo muitas vezes intervenção psiquiátrica. "Perceber que estamos a perder uma parte do nosso corpo e ver a nossa aparência totalmente transformada é verdadeiramente arrasador. Tenho constatado situações de mulheres com problemas muito graves do foro psiquiátrico, em consequência da calvície.
Há mulheres polimedicadas, com um quadro de ansiedade, alterações do humor e depressão. Algumas destas pessoas chegam a furtar-se a encontros sociais, fecham-se em casa para evitar comentários ou perguntas que não conseguem suporta"», conta a especialista.
Causas da calvície feminina
As causas da calvície nas mulheres podem ser várias. A alopecia androgenética feminina é a mais comum e tem, como o nome indica, base genética e muitas vezes hereditária.
 
Mas há outros fatores na origem do problema no sexo feminino: stress, alterações hormonais, problemas de tiroide, infeção do couro cabeludo e outros processos inflamatórios, doenças crónicas como o lúpus ou a diabetes, determinada medicação ou tratamentos oncológicos, traumatismos, má nutrição e deficiência de ferro.
O tratamento difere conforme a causa da calvície. Em alguns casos, a solução pode passar por um tratamento capilar específico, em outros por tratamento medicamentoso e noutros ainda por uma minicirurgia. O microtransplante capilar é adequado para vários casos de calvície irreversível, nomeadamente para a sua forma mais frequente, a alopecia androgenética.
De acordo com a International Hair Restoration Society (IHRS), desde 2004 o número de pacientes do sexo feminino submetidas a cirurgia de restauração capilar em todo o Mundo aumentou 24%. A nível mundial, as mulheres representam já 14,2% do total de pacientes que optaram por este tipo de tratamento.
Nem todos os casos de calvície têm solução mas, em qualquer situação, o importante é atuar precocemente, diz Fátima Garcês. A médica deixa, por isso, um conselho a todas as pessoas que sofrem de problemas capilares: "Procurem ajuda assim que aparecem os primeiros sinais. Logo que comecem a notar que o cabelo está enfraquecido, consultem um especialista em saúde capilar, para que possa ser feito o diagnóstico correto do problema".
A calvície feminina está classificada cientificamente com distintos graus de severidade. Quanto mais cedo for diagnosticada, maiores serão as probabilidades de sucesso terapêutico. «Se o caso tiver indicação para transplante, quanto mais cedo melhor, pois será necessário um menor número de folículos capilares, é menos cansativo para o paciente e os resultados são muito melhores.
Se não houver indicação para transplante, há situações em que se aconselha um tratamento preventivo e, no caso de uma queda reversível, é possível tratar e recuperar», explica a médica.
Em suma, é desaconselhado deixar arrastar uma queda de cabelo exagerada, o que normalmente corresponde a mais de 100 fios por dia.
A calvície feminina pode surgir em qualquer idade, embora seja mais frequente a partir dos 40 anos, com o aproximar da menopausa.
Mais informação em http://www.saudeviavel.pt

domingo, 24 de julho de 2016

Conheça dez sinais de alerta para a baixa imunidade


 

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Os perigos de cozinhar e embalar alimentos em papel de alumínio

msn lifestyle
Notícias ao Minuto
Daniela Costa Teixeira

O uso de papel de alumínio é uma forma prática de embalar alguns alimentos – como aqueles que diariamente se leva para o trabalho -, mas é também uma excelente forma de evitar que os alimentos queimem quando vão ao forno. Mas, e se a nossa saúde estiver em perigo?
 
Ghada Bassioni, professora e diretora do departamento de Química da Universidade Ain Shams, revela o alumínio pode ser nocivo para a saúde e que estas folhas são dos objetos que mais fazem aumentar o risco, uma vez que os tachos e panelas em alumínio acabam por ser oxidados ou revestidos antes serem comercializados, o que impede que este metal entre em contacto direto com a comida e, por conseguinte, com o nosso organismo.
 
De acordo com a especialista, que publicou um artigo no site The Conversation, o perigo do uso de papel de alumínio aumenta quando este é usado para confecionar a temperaturas elevadas pratos ácidos ou picantes, o que faz com que os níveis deste metal aumentem e, com isso, cresça também a probabilidade de contaminação.
 
Quando entra em contacto com o nosso corpo, o alumínio assume-se como um metal tóxico, uma vez que não integra o processo metabólico do corpo humano, o que impede que seja excretado ou eliminado.
 
Numa pesquisa realizada recentemente, Ghada Bassioni descobriu que a passagem de alumínio para a comida no processo de confeção está acima do limite permitido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é 40 miligramas por cada quilo peso corporal.
 
Como se pode ler na revista online Esmeralda Azul, a presença de alumínio no cérebro está associada a dificuldades cognitivas e às doenças neurológicas degenerativas, o que faz com que as pessoas fiquem com uma menor capacidade de memória, de concentração e de atenção.
 
O uso recorrente de alumínio – sob a forma de papel ou em panelas não oxidadas ou revestidas – tem sido frequentemente associado a um aumento do risco de Alzheimer.